“Mas Deus Prova o Seru Próprio amor para conosco, pelo fato de ter
Cristo morrido por nós... ".
( Rm 5:8)
Pare um pouco agora e realmente pense em você. Quantas pessoas existem sobre a terra? Quantas pessoas já existiram? Quantas pessoas nasceram no ano em que você nasceu? Quantas crianças morreram no ano em que você nasceu? Quantas pessoas morreram ao longo da sua vida? Talvez você já tenha escapado da morte certa em pelo menos uma ocasião. enquanto para outros a mesma ocasiao foi fatal. Por quê? Simplismente porque Deus o escolheu.
Quantos são seus familiares? Quantos são seus colegas de escola? Quantas pessoas moram em seu bairro? Quantas pessoas você encontra todos os dias no ônibus, na rua ou no trânsito? Medite um pouco. Entre tantos Deus escolheu você.
Agora , por que a escolha de Deus recaiu sobre você? A escolha de Deus não se prende ao que você é ou foi, ao que pede ou não para Ele. Ele simplismente quis escolher você. Nada Mais. E isso é motivo suficiente para você prostar-se e adora-Lo.
Às vezes consideramos a vida sem sentido, mesmo sendo cristã
“Portanto, vós oreis assim: Pai nosso que estas”.
"Nos céus, santificado seja o teu nome".
( Mt 6.9 )
O salvador nos ensinou a chamar a Deus de Pai. O Antigo Testamento raramente usa essa designação. Nosso Senhor veio não para dizer-nos que Deus é semelhante a nossos pais terrenos, mas para revelar uma qualidade de Amor que domina e expande nossa apreciação do significado de paternidade. Tudo o que Jesus ensinou, a maneira como viver, e surgiu a fim de mediar, focalizar-se no vocábulo “Pai” – Amor ilimitado, perdão antecipado, intervenção imediata, esperança para milhões de começos novos. É esse grau do amor que o Pai tem por nós e o motivo de ele ter enviado a Cristo para que conhecêssemos como ele é.
Quando oramos, dizendo: “Que estás nos céus”, afirmando que Deus está acima de nós, e é diferente de nós, e, contudo, Ele escolhe estar conosco em Cristo. Os céus é o reino onde Deus é louvado sem reservas e conhecido sem restrições. Conhecer ao Pai nos céus é ter o inicio dos céus agora e saber que a morte não passará de uma transição para a união completa com Ele. Essa esperança nos capacita a santificar o Seu nome. O nome representa o caráter e o poder de uma pessoa . O nome “Pai” é santo. Quando oramos, dizendo: “Pai nosso que estás nos céus, santificado seja o Teu nome”, na realidade estamos dizendo: “Aceitamos o Teu lugar único, afirmamos o Teu poder ilimitado e temos a certeza da Tua natureza graciosa para conosco. Viveremos nessa confiança hoje”.
"Respondeu-lhes Jesus: Em Verdade, em verdade vos digo: vós me procurais não porque vistes sinais, mais porque comestes pães e vos fartastes."
(Jo 6.26)
A multidão tentava freneticamente encontrar jesus. Sabiam que Ele não havia entrado no barco que saíra para Cafarnaum na noite anterior. Mas finalmente. quando concluíram que Ele não estava naquele lado no mar, tomaram os barcos de Tiberíedes para Cafarnaum. E quando o encontram, Jesus disse: "Vos me buscais porque comeste pão". A multidão buscava a Jesus; mas por motivo errado.
Estamos buscando Jesus por motivos errados? Procuramo-lo para salvar nosso casamente, receber beneficios materiais,obter cura do corpo e da mente, alcançar status e respeitabilidade, aliviar nossas consciências ou experimentar uma exaltação emocional?
Nós nos beneficiamos mais do que percebemos, de nosso relacionamento para bons motivos: bradar por miséricordia adorar e louvar, sair para servir e completar os sofrimentos de Cristo para trazer a lei de Deus à terra.
A expressão "até aqui" parece-nos um marco referente ao passado.
Cinqüenta, setenta anos se passaram, e "até aqui nos ajudou o Senhor!" Por meio de probreza e riqueza, doença e saúde, em casa ou fora, em terra ou mar, em honra ou desonra, em oração ou tentação "até aqui nos ajudou o Senhor!".
É agradavél olhar para trás contemplando uma longa alameda de árvores. É bonito vê-las erguendo-se como colunas de um templo, fechando a abóbada com seu arco de ramos. Da mesma forma, contemple as alamedas de seua anos passados e veja-os cobertos pelos ramos verdes da misericórdia de Deus, e os troncos, como os fortes pilares de Sua fidelidade e amor que sustentam as suas alegrias.
Não há aves cantando nas copas? Certo que haverá muitas, e todas elas cantam a misericórdia recebida "até aqui". Mas também a expressão aponta para diante. Pois quando alguém chega a um certo marco e escreve: "até aqui", esse alguém ainda não chegou no fim; ainda há distâmcias a percorrer. Mais provas, mais alegrias, mais tentações, mais triunfos, mais orações, mais respostas, mais labores, mais vigor, mais lutas, mais vitórias; e então vem a doença. idade, enfermidade e morte.
E agora, é o fim?
Não! Há mais ainda, acordar semelhante a Jesus, tronos, harpas, cânticos vestes brancas, a aface do Salvador, a companhia dos santos, a glória de Deus, a plenitude da eternidade. Ó crente, tenha bom ânimo, e com grata confiança viva seu "Ebenezer", pois quem te ajudou até aqui, te ajudará para todo sempre.
Chegou o Natal. E mesmo em meio ao comércio intenso, às reuniões de família, aos passeios e feriados, ao cansaço dos preparativos e às correrias de ùltima hora, não devemos nos esquecer de Jesus.
Nossos olhos e o nosso coração devem se voltar para uma pequena vila na Palestina, a cidade de Belém. Belém da Judéia era mais do que uma cidade, era um lugar especial na história do povo de Deus. Vamos até Belém!
Se procurar nos lugares ricos da cidade, nas casas amplas e bem cuidadas entre os hóspedes vindos de diferentes lugares, não vai encontrar nada. Os magos viriam mais tarde à cidade e indagariam por todosps cantos o paradeiro do menino nascido para ser o Rei. A indagação deles chegou até Herodes, mas também não sabiam onde O encontrar.
Os pastores foram "depressa" a Belém, encontraram Maria e José e viram o menino deitado na mangedoura.
Quem os guiou? Os olhos da fé a luz da esperança, o sonho de um novo tempo, a convicção da palavra de Deus em seus corações: "Glórias a Deus nas maiores alturas do céu! E paz na terra para as pessoas a quem Ele quer bem!"
"Vamos até Belém para ver o que aconteceu,
para ver aquilo que o Senhor nos contou."
(Lc 2.15)
Chegou o Natal. E mesmo em meio ao comércio intenso, às reuniões de família, aos passeios e feriados, ao cansaço dos preparativos e às correrias de ùltima hora, não devemos nos esquecer de Jesus.
Nossos olhos e o nosso coração devem se voltar para uma pequena vila na Palestina, a cidade de Belém. Belém da Judéia era mais do que uma cidade, era um lugar especial na história do povo de Deus. Vamos até Belém!
Se procurar nos lugares ricos da cidade, nas casas amplas e bem cuidadas entre os hóspedes vindos de diferentes lugares, não vai encontrar nada. Os magos viriam mais tarde à cidade e indagariam por todosps cantos o paradeiro do menino nascido para ser o Rei. A indagação deles chegou até Herodes, mas também não sabiam onde O encontrar.
Os pastores foram "depressa" a Belém, encontraram Maria e José e viram o menino deitado na mangedoura.
Quem os guiou? Os olhos da fé a luz da esperança, o sonho de um novo tempo, a convicção da palavra de Deus em seus corações: "Glórias a Deus nas maiores alturas do céu! E paz na terra para as pessoas a quem Ele quer bem!"
Se desejamos ser vasos de honra na Casa de Deus, é fundamental que vivamos em comunhão com Ele. É Somente na luz da presença de Deus que conseguimos ver nossa real condição, tanto em relação a Deus como em relação aos homens. Deus é quem determina o padrão de que é ou não pecado.
Precisamos aprender a viver em comunhão com Ele.
Quando buscamos a Sua presença somos iluminados e percebemos que pecamos muitas vezes. Pouco a pouco o Senhor nos faz rever e lembrar certas palavras e atos, diante de que nos arrependemos, confessamos e pedimos perdão. Isso nos faz passar da condição de vasos de densonra para a condição de vasos de honra (II Tm 2.19). Todos os cristãos devem responder honestamente a pergunta: "Como tem sido minha comunhão com Deus?". Há muito a falar sobre a importância e doçura desta comunhão. Podemos ler a Bíblia e livros espirituais, podemos conhecer as doutrinas biblicas, mas se não tivermos intimidade com o Senhor, tudo será de pouco proveito.
Mas o que é comunhão com Deus? Comunhão com Deus é falar com Ele e ouvi-lo. Um aspecto fundamental da comunhão é a confissão de pecados, para que nada nos impeça de ouvir a Deus. Muitas vezes, ao orar, pedimos perdão pelos nossos pecados, de maneira rápida e superficial, mas se o Senhor nos perguntar de que pecado estamos pedindo perdãdo, que diremos? Será que temos realmente consiência dos pecados que cometemos e pensamos em esconde-los de Deus como escondemos dos homens? Dos homens podemos esconder,mas de Deus nada podemos ocultar. Nosso problema é que muitas vezes, nem para Deus falamos o que fazemos, e por isso cada vez mais nos afastamos dEle. Quando temos comunhão com Deus, Sua luz brilha sobre nós mostrando-nos a real situação em que nos encontramos. Muitas pessoas e até cristãos, tem sua consiência cauterizada por não terem comunhão com Deus.
Você deseja honra-lo em toda sua vida? Para isso você presica restaurar a cada dia a sua comunhão com Ele. Achegue-se a Deus e permita que Ele o ilumine. Desta maneira se algum pecado for exposto, e se imediatamente você tratar com Ele, o resultado será a vida e paz. Haverá satisfação, força e vivacidade na sua vida e serviços espirituais. Você provará desfrute, descanço e segurança: seu espírito será forte, as orações fluirão livremente e com autoridade, e o seu falar será ousado e poderoso.
"E as multidões, tanto as que o precediam, como as que seguiam, clamavam: Hosana ao Filho de Davi Bendito o que vem em nome do Senhor!
Hosana nas maiores alturas!"
(Mt 21.9)
No meio dos aplausos da barulhenta multidão, Jesus entrou em Jerusalém triufante. Grupos de pessoas exaltantes colocavam-se ao longo da rua, espalhando suas capas diante d"Ele. Eles colocavam ramos de palmeira ao longo de seu caminho. Eles gritavam: "Hosana ao Filho de Davi, bendito o que vem em nome do Senhor!". Durante os dias seguintes contudo aquela sensação de alegria mudou. Pedro negou a Jesus, os Seus seguidores que duvidaram O rejeitaram, Judas O traiu e um governador romano sentenciou-O ao sofrimento e a morte.
Há uma ocasião de júbilo quando Cristo, pela primeira vez, entra em nosso coração. Nós ficamos jubilosos e entusiasmados, à medida que anciosamente antecipamos a oportunidade de sermos seus fiéis discípulos. Mas, nossos dias e semanas após a nossa aceitação a Cristo, o nosso júbilo muitas vezes desganta-se gradualmente.
E então nós O negamos, quando deixamos passar uma oportunidade de testemunhar, nós O rejeitamos, quando nos afastamos de Seus ensinamentos, nós O traímos, quando deixamos de amar o nosso próximo. E, naturalmente, nós lhe causamos sofrimento quando recusamos perdoar e quando somos indiferentes às necessidades dos outros.
“Bem-aventurado aquele que não achar em mim motivo de tropeço”
(Lc 7.23)
Às vezes é bem difícil não achar motivo de tropeço em Jesus Cristo. Os tropeços podem estar na esfera das circunstâncias. Suponhamos: eu esperava encontrar grandes oportunidades, no entanto, encontro-me numa prisão – seja uma esfera estreita de convívio ou de serviço, seja um quarto de enfermidade, seja uma posição mal vista. Sim; mas Ele sabe o que é melhor para mim. Meu ambiente é determinado por Ele. Ele tem em vista fortalecer a minha fé, atrair-me para uma maior comunhão com Ele, tornar maduro o meu poder. A minha alma prosperará na prisão.
O tropeço pode estar nos domínios da mente. Sou assaltado por perplexidades, indagações que não sei solucionar. Eu havia pensado que, entregando-me a Ele, meu céu estaria sempre claro; porém muitas vezes está coberto por névoas e nuvens. Contudo, deixe-me crer que, se as dificuldades permanecem, é para que eu aprenda a confiar nEle ainda com mais humildade – a confiar e não temer. Sim, por meio de meus conflitos mentais sou treinado a ser instrutor para outros homens açoitados por semelhantes tempestades.
O tropeço pode estar na ordem espiritual. Eu tinha imaginado que dentro do Seu aprisco nunca sentiria os ventos cortantes da tentação. Mas é melhor como está, pois Sua graça é magnificada; o meu caráter é amadurecido; e o repouso com Ele será mais doce, no fim do dia. Dali olharei para as curvas e provas do caminho e cantarei louvores do meu Guia. Assim venha o que vier, aceitarei Sua vontade; e recusarei deixar-me tropeçar no meu amoroso Senhor.
"...deixa o homem o seu pai e sua mãe e unir-se-á a sua mulher,tornando-se os dois uma só carne." (Gn 2.24)
É Maravilhoso que pessoas possam continuar a amar-se,aspesar das dificuldades e divergências que surgem no casamento. Esta relação ordenada por Deus,enfrenta hoje grandes dificuldades, e um dos motivos é que o principio básico ordenada por Deus está sendo ignorado por muitos casais: homem e mulher devem deixar seus pais e unir-se um ao outro.
Nesta,afirmação,Deus,por meio de Moisés,revela que o casamento deve ser como uma nova criação.
A despeito de toda a libredade que se goza em nossos dias, a verdade é que a manuntenção da intimidade do lar torna-se muito difícil.
Muitos casais não conseguem se desligar de suas familias. Vivem como se não tivessem se casado. Pais,irmãos,cunhados,sogras e tios,influenciam de tal forma que a vida matrimonial torna-se desgastante e problemática.
O casal deve contar com o valioso amor e apoio de seus parentes,mas jamais deixa-los interferir diretamente em seu casamento.
O criador já sabia disto,por isso deixou este pequeno,mas profundo conselho: "...deixa o homem o seu pai e mãe,e unir-se-a a sua mulher..."
"As mulheres sejam submissas a seus próprios maridos,como ao Senhor... maridos,amai vossas mulheres,como também Cristo amou a Igreja,e a si mesmo se entregou por ela."
(Ef. 5.22,25)
“E Ele disse-lhes: quantos pães tendes? Ide ver. E sabendo-os eles, disseram:cinco pães e dois peixes.”
(Mc 6.30-44; Lc 9.10-17; Jo 6.1-14; Mt 14.13-21)
Tanto quanto os discípulos podiam compreender, Jesus lhes havia dado uma tarefa impossível. Ordenou-hes que alimentassem cinco mil pessoas. Quando verificaram o que tinham, encontraram dois peixes e cinco pães! Mas eles haviam se esquecido de que Jesus te meios de transformar o pouco em muito. Ele então procedeu de modo a lembra-los deste fato.
Muitas vezes enfrentamos situações e tarefas que parecem muito superiores às nossas forças. Às vezes desejamos que tivéssimos tanto quanto dois peixes e cinco pães! Muitas vezes nos sentimos como se tivéssemos apenas algumas espinhas de peixe e algumas migalhas de pão.
Esta história nos mostra que não temos que estar aptos a enfrentar qualquer situação ou necessidade que possa surgir, como se o pudéssemos fazer. Cristo não nos pede para darmos aquilo que somos incapazes de dar. Cristo pede apenas que verifiquemos nossos recursos, ofereçamos o que temos e confiemos em que nosso pouco se transformará em muito. Se fizermosisto, milagres acontecerão.
"Então Pedro, aproximando-se Lhe perguntou:Senhor,até quantas vezes meu irmão pecará contra mim que eu lhe perdoe? Até sete vezes? Respondeu-Lhe Jesus: não te digo até sete vezes mas setenta vezes sete" ( Mt 18: 21-22).
Quando se trata de número de vezes que temos que perdoar, setenta vezes sete não são quatrocentos e noventa. O perdão não é quantitativo. Não se conta o perdão. Ao contrátrio, o perdão é um estado de espírito, uma disposição. É o amor reagindo a qualquer coisa que tenda a ferir, ofender ou separar."Setenta vezes sete na matemática de Deus é o infinito, interminável, ilimitado.
Quando Deus nos perdoa, tormando-nos como se nunca tivéssimos pecado. "Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlate", disse o Senhor, "Eles se tornam brancos como a neve". Quando perdoamos ao proxímo, aquilo que for perdoado não será nunca mais levantado como acusação.
Perdoa é um inperativo divino, uma responsabilidade e uma obrigação, tanto quanto um privilégio.
Quando outras pessoas pecam contra nós, temos um dever para conosco de perdoar; de outra forma negamos a nós mesmos o próprio espírito e a naturaza que partilhamos com Deus em Cristo."Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso pai celestial que está nos céus, voa perdoará a vós (Mt 6:14).
"Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus".(Rm 8.28)
Leia Tiago 1.2-18.
Havia um lindo vitral numa catedral. Muitas pessoas vinham admirar sua beleza. Um dia, durante uma violenta tempestade foi despedaçado. Alguém cuidadosamente juntou todos os fragmentos quebrados e um homem ofereceu-se para levar os pedaços e reconstruir o vitral, que agora, embora feito de pedaços quebrados, era ainda mais bonito que o anterior.
Tempestades se erguem em nossas vidas, e enfrentamos dissabores e provações. Podemos permitir que essas tempestades nos despedacem. Ao erguer os pedaços, podemos dizer: "Ninguém disse que seria fácil", ou, "Você não pode esperar que tudo corra sempre as mil maravilhas", ou, "Você tem que pagar o mal com o bem".
Você pode olhar para os pedaços quebrados, pedindo a Deus que te mostre como transforma-los em elementos de beleza. Paulo escreveu aos romanos: "E não somente isto, mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, esperança". (Rm 5.3,4).
Momento a momento, Jesus Cristo nos concede a graça para suportar aos dissabores e forças para tolerar.
Deus odeia o divórcio, pois este destrói o lar berço da nação. Entretanto, muitos dizem, em tom de indulgência: “Deus certamente não quer que as pessoas sejam infelizes, não é?”
Deus não está preocupado com a sua felicidade. Ele se interessa com a sua santidade. Seja santo e será feliz.
A verdadeira felicidade é experimentada através de um relacionamneto reto com Deus. O indivíduo pode viver nas piores circunstâncias, com as piores pessoas e mesmo assim, conhecer a alegria no Senhor.
Todavia, que fazemos em nossas Igrejas? Estamos ponde de lado nossas mulheres e maridos. O que faz o divórcio ao homem e a mulher? Corrompe-os. E o que faz a terra? Ele a polui, pois impede que tenhamos filhos santos.
Diz o senhor: “Porque o Senhor foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela tua companheira e a mulher da tua aliança. Não fez o Senhor um, mesmo havendo nele um pouco de espírito? E por que somente um? Ele buscava a descendência que prometera. Portanto, cuidai de vós mesmos, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. Porque o Senhor, Deus de Israel, odeia o divórcio e também aquele que cobre de violência as suas vestes, diz o Senhor dos Exércitos; portanto, cuidado de vós mesmos e não sejais infiéis.”(Ml. 2:14-16).
Os sacerdotes e o povo agiam traiçoeiramente. Divorciavam-se de suas mulheres, e não consideravam isso pecado. Sequer piscavam o olho. Seguiam na cadência do destruidor para o templo de Deus, sem a menor vergonha.
Divorciam-se, e procuravam a Deus. No altar entretanto, choravam: “Cobris o altar do Senhor de lágrimas, de choros e gemidos; de sorte que ele não olha mais para a oferta, nem aceitará com prazer da vossa mão”(Ml. 2:13).
Deus não pode aceitá-lo não importa o quanto você chore. Ele é Deus e você deve marchar segundo a cadência dEle, ou não marchar mais.
Cientistas de nossos dias manifestam esperança de poderem criar até o fim desde século um novo tipo de pessoa. Os mais diversos ensaios neste sentido estão sendo feitos. O objetivo é melhorar o ser humano pelo menos no aspecto físico. Isto manifesta o fato de que o homem não está de todo satisfeito consigo mesmo. Mas seria possível à humanidade aperfeiçoar-se a se mesma por meios científicos? A Bíblia declara em Eclesiastes 7.29: "Eis que isto tão somente achei: que Deus fez o homem reto (perfeito) mas ele se meteu em muitas astúcias".
Ciência e tecnologia não hão de mudar a natureza humana. A melhora que os engenheiros genéticos estão procurando, Deus já providenciou através do milagre do novo nascimento. O apóstolo Pedro diz dos que nascem de novo: "Pois fodtes regenerados, não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a Palavra de Deus, a qual vive e é permanente".
Enquanto não experimentamos este novo nascimento, estamos inaptos a uma vida cristã vitoriosa, pois ele é o milagre maior que o Espírito Santo produz em nós. O indivíduo não renascido, procura nos homens e não em Deus, a solução para os seus problemas.
A necessidade de um novo nascimento é tão grande que o Senhor Jesus deixou bem claro: "importa-vos resnacer..."
Por isso, uma nova criatura, transformada pelo poder de Deus é um dos nossos maiores privilégios e são tão poucos que desfrutem disso.
"Pois somos feitura dEle, criados em Cristo jesus para boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas". (Ef 2.10)
Lendo e meditando na oração do General Mac Arthur quando ele dizia: “Pai, dá-me um filho que alcance o futuro e que nunca esqueça o passado”.
Observo esta Igreja em crescimento e olho para os adultos, jovens, adolescentes e crianças, e fico a indagar: qual o caminho a seguir? Qual a direção a ser tomada?
Hoje existem vários tipos de Igrejas:
Igrejas pequenas: Que não crescem porque os membros estão satisfeitos com a vida comunitária.
Igrejas sensacionalistas: Aquelas que tem propostas espetaculares de libertação. São Igrejas médias ou grandes, mas sem nenhuma ação comunitária e onde os membros não se conhecem.
Igrejas chamadas comunidades: Aquelas que liturgicamente são atrativas, faltando, porém, um comprometimento maior uns com os outros.
Igrejas conservadoras: Dependem da idéia inicial para serem boas; não há disposição de contextualização ou mudança.
Igrejas eventos: Muito comuns hoje e muito atrativas, mas sem o sentido de corpo.
QUAL A NOSSA DIREÇÃO?
A nossa curta história pode-nos apontar o caminho.
Reunimo-nos em bancos de tábuas na W3 (513 Sul). Havia alegria e entusiasmo.
Reunimo-nos também em um salão na W3 (505 Sul) ; Um lugar simples, porém, aconchegante. Havia muita disposição.
Reunimo-nos também, por um curto período na W3 (515 Sul). Descobrimos a missão, o serviço e o louvor, em meio a tantas provações.
Hoje, finalmente, estamos neste templo com muitos desafios.
Qual a diferença entre estes lugares? Com certeza não nos importamos com os lugares e o conforto (apesar de que para casarmos nossos filhos vamos preferir templos belos como este). Lembramos das pessoas, dos programas, da comunhão, dos fatos, do trabalho e do envolvimento.
Conhecendo a história, veremos que para se fazer uma Igreja abençoada, são necessárias duas coisas: pessoas que se pareçam com Cristo e muito envolvimento. Irmãos, saibam que o que torna uma Igreja “Luz do Mundo” não é o seu tamanho, o esplendor
de sua decoração, o número ou a importância social de seus congregados, a pompa da sua liturgia ou brilho do seu púlpito, mas sim a semelhança que seus membros tem com Cristo em meio a um mundanismo cada vez mais insidioso e envolvente.
Busquemos em nossas vidas, como presente de aniversário para a ICM - MINISTÉRIO DA RECONCILIAÇÃO, estas duas palavras: CONSAGRAÇÃO E ENVOLVIMENTO.
Feliz Aniversário!
Bispo Marco Antonio da Luz Neris